O CONTATO DE LONGA DURAÇÃO, OU ELES JÁ ESTÃO ENTRE NÓS

Enquanto a humanidade pensa nos possíveis impactos que serão provocados pela revelação oficial e ostensiva da existência de alienígenas, há razões para acreditar que pelo menos duas espécies distintas de raças extraterrestres já mantêm um contato de longa duração com os terráqueos. Trata-se de espécies humanas que viveriam nos planetas Serpo e Ummo e com as quais a humanidade já interagiria há várias décadas. No caso de Serpo, diversos documentos sustentam que houve um processo de intercâmbio entre os habitantes daquele planeta e os terráqueos, a ponto de 12 pessoas da Terra terem sido enviadas para lá. Já em relação ao planeta Ummo, a interação se deu por meio de intrigantes cartas que teriam sido enviadas pelos próprios alienígenas. Esse material se destacava pelo profundo conhecimento científico, sendo repleto de informações que só mais tarde seriam validadas pela ciência terráquea. Embora ambos os casos tenham sido vítimas de acobertamento e, oficialmente, sejam classificados como fraudes, há elementos suficientes neles para sugerir a veracidade desses contatos, inclusive a partir dos efeitos sociais que eles provocaram. Se o contato com os alienígenas já existe há tanto tempo, convém que a humanidade preste atenção às informações que teriam sido colhidas diretamente em Serpo e transmitidas pelos seres de Ummo.

Kenneth Arnold (1915-1984), The Seattle Times.

Foi com uma exibição de nove naves com tecnologia avançada e desconhecida, observadas por Kenneth Arnold em 24 de junho de 1947, que supostos extraterrestres deram início ao que se convencionou chamar de Era moderna dos Discos Voadores.

Desde então, o sentimento de que o contato com as inteligências que nos visitam é iminente e avassalador tem acompanhado os sobressaltos e percalços da humanidade em contato com a realidade ufológica. Quando pensamos em contato oficial, pensamos em contato entre nós e outra espécie criadora de civilização. Porém, hoje temos como muito provável que numerosas e diferentes civilizações visitam nosso planeta. Todo esse povo cósmico entrará em contato, cada um ao seu tempo, ou há alguma agenda em comum, nos moldes de uma federação galáctica?

Se examinarmos a casuística ufológica, somos obrigadas a nos perguntar se o contato com outra espécie extraplanetária inteligente poderia ser feito de repente, com a descida de uma nave na Casa Branca, por exemplo, ou outro cenário imaginado pela ficção científica.

A estranheza traumática que o contato com essa outra realidade impõe revela as incomensuráveis diferenças de evolução biológica, científica, tecnológica e cultural, evidenciadas pelos relatos de testemunhas. 

Demonstram que o contato efetivo só seria possível, sem corrermos o risco de desaparecermos nesse impacto, dentro de um contexto evolutivo de mútuo conhecimento de duas humanidades, onde as diferenças seriam lentamente compreendidas e assimiladas, promovendo a aceitação do que deverá muitas vezes revelar-se como radicalmente diferente.

O estabelecimento do contato durante um longo período de tempo estaria também mais conforme os engajamentos éticos, que algumas inteligências afirmam ser uma lei universal de não interferência no curso evolutivo dos planetas visitados. Essa lei universal, se ela existe de fato, nos obriga a pensar no contato de longa duração, um tempo necessário para a transmissão de conhecimento entre espécies e civilizações diferentes.

Temos algumas razões para pensar que talvez esse contato de longa duração já venha acontecendo, com pelo menos duas civilizações cósmicas, desde a década de 1960. Vamos colocá-los em relevo por terem características gerais comuns: o Projeto Serpo de Intercâmbio (1947-1978; 2005-2016) e o contato com o Planeta Ummo (1966-2015) são duas formas diferentes de supostos contatos alienígenas de longa duração, pois continuam ativos e dinâmicos, causando efeitos sociais de alcance planetário nos dias atuais. Dois alegados contatos que têm ainda em comum o fato de terem sido declarados fraudes monumentais, estatuto que conservam até hoje para o grande público.

O Projeto Serpo de Intercâmbio já nasceu acobertado, por ser uma iniciativa secreta do governo dos Estados Unidos. O caso Ummo sofreu, por sua vez, a recorrente e eficaz estratégia do acobertamento: Jordan Peña, um dos principais contatados, declarou ser o autor do contato, embora a impossibilidade prática de uma única autoria para informações científicas tão extensas, detalhadas e complexas permaneça comprovada. 

Mas o estatuto de fraude não foi o suficiente para relegar esses eventos ao esquecimento, pois interpelaram o desejo de saber de todo tipo de gente ao redor do mundo, gerando efeitos sociais de alcance planetário, na formação de redes sociais, de grupos de discussão, incluindo a discussão científica de alto nível, e promovendo avanços nos questionamentos e perspectivas da nossa própria ciência e do conhecimento ufológico. 

Abordaremos cada caso a partir da perspectiva que queremos desenvolver neste artigo, de como se estabeleceram esses contatos de longa duração, considerando os efeitos sociais como indicadores ou da sua realidade ou da ação de alguma instância terrestre interessada em passar conhecimento sobre outras espécies inteligentes, reais ou imaginárias, talvez as duas coisas combinadas e concertadas. Entre realidade, ficção e acobertamento, temos documentado ao longo dos anos numerosas formas de contato que sugerem uma crescente tomada de consciência por nós humanos da realidade extraterrestre.

O contato detalhado com duas espécies humanas diferentes, uma originária do planeta Serpo, a outra do planeta Ummo, seria estarrecedor e inimaginável se os documentos gerados não levantassem suspeitas sobre a sua realidade, ou não fossem creditados pela nossa ciência terráquea. Primeiramente, esses contatos que já se estabeleceram, se tiverem alguma realidade, provariam a existência de pelo menos duas raças extraterrestres, promovendo dois modos diferentes de contato com a nossa espécie. Qual o interesse disso, se não temos como comprovar a origem extraterrestre dos contatos e, portanto, a real existência dessas espécies alienígenas?

Somos obrigadas então a supor que pessoas ou grupos de terráqueos produziram esses documentos. Expressariam assim, necessariamente, a trama do imaginário e do simbólico humano forjando uma realidade ufológica que se situaria no campo das invenções e formações da mente. A implicação das formações mentais é certamente um dos aspectos do fenômeno UFO, mas não se formam a partir de nada, e sim como consequência de experiências que deixaram vestígios e sequelas reais e documentadas em milhares de pessoas ao redor do mundo. E o fenômeno UFO é hoje comprovadamente físico. Compreender o humano e suas formações mentais é, por si só, uma razão antropológica para nos debruçarmos sobre os informes do Projeto Serpo de Intercâmbio e as cartas do Planeta Ummo.

Mas partimos nós da razão ufológica, da hipótese extraterrestre, que nos leva a considerar e a explorar a possibilidade desses documentos serem autênticas formas de comunicação de civilizações extraterrestres com a nossa espécie. Assim, podemos apreender as zonas de estranheza, de incompreensão, das diferenças mentais que dificultam a transmissão de conceitos filosóficos e científicos fundamentais, além de uma infinidade de diferenças e pontos em comum, acostumando-nos, ao longo da leitura desses documentos de contato, à existência de outras formas de vida e inteligência humanas.

Ilustração do Sistema Kepler 51, Hubble site.

O PROJETO SERPO DE INTERCÂMBIO

O Projeto Serpo de Intercâmbio foi uma das consequências inacreditáveis do já inacreditável acidente envolvendo UFOs em Roswell. Como ficamos sabendo desse inusitado projeto ultrassecreto do governo dos EUA, que ocorreu entre 1965 e 1978? Alguém que se intitula Anônimo e se apresenta como alto funcionário aposentado da Agência de Inteligência de Defesa dos EUA (DIA) começou a publicar, em 2005, as informações do alegado intercâmbio extraterrestre. Esses informes são extraídos de um documento ultrassecreto de três mil páginas que resultou da missão. Anônimo reporta o conteúdo desse documento, que expressa a visão e a compreensão que a equipe terráquea teve de sua experiência com outra espécie humana em outro planeta.

Anônimo esclarece fazer parte de um grupo de seis funcionários do DIA, sendo três funcionários atuais e três ex-funcionários.

Em julho de 1947, um mês apenas após a abertura da Era moderna dos discos voadores, um UFO teria se acidentado em Roswell, num dos casos mais emblemáticos da Ufologia mundial. Anônimo nos informa que na verdade foram dois acidentes, um em Corona e o outro em Pelona Peak, envolvendo duas naves extraterrestres. O acidente de Corona foi descoberto um dia depois por uma equipe de arqueólogos. Um Ebe (entidade biológica extraterrestre) foi encontrado vivo, escondido atrás de uma pedra (embora a sigla EBE obrigasse a utilização do gênero feminino, essas entidades acabaram sendo assimiladas à raça extraterrestre assim denominada, passando a designar todos os habitantes do planeta Serpo e sua civilização).

Esse ser, que passou a ser chamado de Ebe 1, tomou água, mas recusou comida. Outros dois Ebes foram encontrados mortos. Após exame do local, todas as evidências foram retiradas. Ebe 1 e os corpos de seus companheiros encontrados mortos foram transferidos para Los Alamos.

Ebe 1 estabeleceu comunicação com seus anfitriões de Los Alamos e forneceu a localização de seu planeta de origem. Esteve entre nós até sua morte em 1952, tempo suficiente para fazer uma explanação completa de tudo o que foi encontrado dentro de cada uma das duas naves. Um dos objetos encontrados foi um dispositivo de comunicação, através do qual Ebe 1 foi autorizado a se comunicar com seu planeta.

Anônimo continua informando que foi marcada uma reunião para Abril de 1964 perto de Alamogordo, no Novo México. Os alienígenas teriam aterrissado e recuperado os corpos dos Ebes mortos no acidente e informações foram trocadas em inglês, através do mencionado dispositivo de tradução.

Vejamos o resumo de Anônimo para essa incrível aventura: “Em 1965, tivemos um programa de intercâmbio com os aliens. Selecionamos cuidadosamente 12 militares; dez homens e duas mulheres. Eles foram treinados, testados e cuidadosamente removidos do sistema militar. Os 12 eram qualificados em várias especialidades. Perto da parte norte do Nevada Test Site, os aliens aterrissaram e os 12 americanos partiram. Uma entidade foi deixada na Terra. O plano original era para que nossas 12 pessoas ficassem 10 anos e então retornassem à Terra”. Serpo encontra-se há 38,43 anos-luz da Terra, possui duas luas, e situa-se no sistema estelar binário Zeta Reticuli 1 e 2, possuindo dois sóis, orbitando com mais seis planetas a estrela Zeta Reticuli 1.

É um planeta um pouco menor do que a Terra, possuindo atmosfera semelhante. A temperatura em Serpo varia entre 43° e 126°, a temperatura mais alta estando no limite do que o corpo humano pode suportar.

SERPO E OS EBES

A equipe levou nove meses para chegar a Serpo, numa viagem a bordo de uma nave Ebe em que todos ficaram frequentemente doentes, sofreram tonturas e desorientação, como se estivessem em estado onírico. Vale a pena ler no informe 12, em www.serpo.org, a interessantíssima descrição dessa viagem. Anônimo publica um extrato do diário de bordo do comandante da missão, descrevendo a chegada a Serpo: “Descemos a rampa. Grande número de ebes esperando por nós. Vemos um grande ebe, o maior que já vimos. Ele se adianta e começa a falar conosco. (…) Mas somos levados a uma arena aberta. Parece um campo de desfile. O chão é de terra. Olhando para cima, vejo um céu azul. O céu está muito claro. Vemos dois sóis. Um mais brilhante que o outro. A paisagem parece um deserto, Arizona ou Novo México.

Nenhuma vegetação que possamos ver. Existem colinas onduladas, mas nada além de terra. (…) Mas um grande número de ebes está nos dando as boas vindas. Eles parecem amigáveis”.

Logo nas primeiras impressões do planeta, o comandante relata um artefato tecnológico que voltará a ser comentado e reproduzido em desenho no diário e que tem a ver com a passagem do tempo, talvez um dos maiores problemas que confrontou a adaptação dos terráqueos a esse mundo alienígena.

A equipe logo se deu conta de que os relógios trazidos da Terra não funcionaram nem dentro da nave, durante a viagem, nem em Serpo. Perderam progressivamente a noção do tempo, que não puderam regular com o tempo Ebe, pois descobriram uma percepção diferente do tempo, não em horas, mas em períodos, sem a marcação dia/noite, já que em Serpo nunca anoitece realmente, escurece apenas, pela presença dos dois sóis. Uma enorme torre encimada por um espelho foi a primeira estranheza tecnológica a chamar a atenção terráquea ao desembarcar no planeta. Essa torre revelou-se ser o que entenderam como um artefato de medição de períodos que regulam as atividades dos Ebes:

Então ouvimos inglês. Nós nos viramos e encontramos Ebe2 parada ali. De onde ela veio? Eu perguntei a ela se poderíamos explorar este edifício. Ela disse que sim, é claro. Ela aponta para a sala de vidro e diz para subir. Ok, entramos na sala de vidro. A porta de vidro se fecha e sobe bem rápido. Em nenhum momento estamos no topo. Mas o que é isso? Perguntamos ao Ebe2 o que é isso. Ela aponta para o sol e depois para o topo da sala, onde o espelho está localizado. Ela então aponta para o chão. Ok, nós vemos isso. A torre está no meio de um círculo. O círculo está situado no solo. Em cada quadrante do círculo há um símbolo.

Vejo que o sol é direcionado através do espelho, talvez este não seja um espelho como o conhecemos, pois a luz do sol viaja através dele, mas, uma vez que a luz do sol viaja através dele, a luz é direcionada para um símbolo dentro do círculo. Ebe2 diz que, quando a luz entra em contato com o símbolo, os Ebes fazem a mudança. Não tenho certeza do que isso significa. Talvez ela queira dizer que diz aos Ebes o que fazer. 225 parece pensar que é um mostrador solar. Quando o sol atinge um símbolo, os Ebes mudam o que estão fazendo e fazem outra coisa. Talvez o dia Ebe esteja estruturado. Ou talvez este seja o relógio deles. Estranho. Mas estamos em um planeta estranho. Estou feliz por ainda ter meu senso de humor”.

Os Ebes ocupam apenas uma pequena parte de seu planeta, com cem aldeias ou locais de moradia. Extraem minerais em áreas remotas e têm um grande polo industrial no sul do planeta, situado perto de uma fonte de água, sugerindo à equipe algum tipo de hidrelétrica. No elenco das estranhezas encontradas no planeta Serpo, algo desconhecido e nunca compreendido pela equipe foi um tipo diferente de sistema elétrico e de propulsão, que entrava no vácuo e extraía dele uma enorme quantidade de energia. A equipe estimou o QI médio dos Ebes em 165.

A civilização Ebe é estável e estruturada, possuindo na época uma população de apenas 650.000 indivíduos. Cada ser masculino tem uma companheira feminina, reproduzem-se mais ou menos da mesma maneira sexual que os terráqueos, mas as famílias têm um máximo de dois filhos, não ficando claro se essa é uma limitação da espécie ou um planejamento social. A equipe teve a oportunidade de observar que as crianças Ebes “amadurecem em um ritmo alarmante”. A vida de uma família Ebe é simples.

Vivem em pequenas casas de quatro cômodos: um de dormir, onde toda a família dorme em esteiras, o segundo para a preparação de alimentos, o terceiro é o cômodo da família e um pequeno cômodo para os resíduos.

A alimentação foi um problema para a equipe terráquea. Apesar das rações militares que levaram, muitas vezes tiveram que consumir a alimentação Ebe, que é bastante variada. Cultivam vegetais e itens parecidos com batatas, mas de gosto diferente. Os únicos itens semelhantes aos nossos eram tipos de alface, nabo e tomates.

Tinham um estranho vegetal de forma redonda com videiras compridas: os Ebes cozinham as videiras e comem crua grande parte da planta. Bebem também um liquido branco, diferente do leite tanto no sabor quanto na composição. Esse líquido é extraído de uma pequena árvore do norte do planeta. Os Ebes ordenham literalmente essa árvore e parecem tirar algum tipo de prazer na bebida. A equipe nunca conseguiu gostar desse líquido. Os Ebes fazem grandes panelas de ensopado, bem insípido para o gosto dos membros da equipe. Assam também uma espécie de pão, que causou grande constipação. As frutas são a única comida apreciada tanto por Ebes quanto por terráqueos. Os Ebes consomem grande quantidade de frutas que, apesar de serem diferentes de tudo o que conhecemos, são doces, algumas com gosto de melão ou de maçã. A água também teve que ser fervida para consumo terráqueo, por conter química desconhecida. Chamou a atenção da equipe o fato do corpo dos Ebes parecer aproveitar muito bem os alimentos, produzindo muito poucos resíduos, os quais equivalem à matéria fecal de um gato.

A equipe não observou sinais de envelhecimento nos Ebes, sendo por isso muito difícil avaliar a idade dos indivíduos.

Mas eles morrem e a equipe observou tristeza em seus olhos por ocasião da morte dos seus, que foram observadas por acidente ou causas naturais. Os Ebes também enterram seus mortos de maneira ritual. Os Ebes foram considerados dóceis e amigáveis pela equipe.

Em 1978, a equipe voltou à Terra: dois morreram e dois decidiram permanecer no planeta. Dos oito que voltaram, todos já morreram, tendo o último sobrevivente morrido em 2002.

Vimos acima apenas uma pequena amostra do conteúdo das publicações de serpo.org e do interesse potencial das informações divulgadas.

O CASO UMMO

 Dentre os grandes casos registrados pela Ufologia mundial, o contato com o suposto planeta Ummo é único e permanece ativo e inexplicado. O caso Ummo começa na Espanha, com um polêmico personagem chamado Fernando Sesma Manzano, que declarava estar em contato com diversas etnias extraterrestres e extradimensionais, recebendo mensagens telepáticas. Em 1966, Sesma atendeu ao telefonema de uma voz estranha, que se identificava como DEI98, dizendo ser proveniente do planeta Ummo, situado há 14,4 anos-luz da Terra. Tornou-se assim o primeiro interlocutor privilegiado dos ummitas, ummanos, oriundos de outro sistema estelar, recebendo pelo correio centenas de cartas datilografadas, contendo informações, em linguagem científica, sobre todos os campos do saber, relativas à outra espécie e civilização humana. Quarenta outros destinatários receberam as cartas ummitas entre 1966 e 1980, ampliando o contato por outros países da Europa e da América do Norte.

Concepção artística do Exoplaneta K2-18B, Hubble site.

É a primeira e única vez em que supostos extraterrestres fazem contato escrito, através de cartas datilografadas em diversos idiomas do nosso planeta, como espanhol e francês, as quais iniciaram o contato, endereçadas a diferentes destinatários terráqueos. A riqueza de informações contidas nessas cartas suscitou o interesse e curiosidade de milhares de pessoas no mundo, que estudam de maneira metódica os documentos disponíveis na internet no site www.ummo-ciencias.org. Estabeleceu-se um contato de longa duração, iniciado em 1966 com a difusão das cartas e comunicações telefônicas, sendo de 2015 a última carta catalogada pelo site, e em 2012 o Twitter é acrescentado como forma complementar de comunicação. Essa variedade de meios de comunicação, que acompanha o nosso próprio avanço tecnológico, evidencia uma difusão ampla e orgânica do contato nos dias atuais, desde as cartas datilografadas que começaram a receber os primeiros contatados pelos ummitas.

A atividade de fazer conhecer sua civilização através das cartas foi dinâmica e é dela que resultam todas as amplas informações sobre a psicobiologia, física, química, matemática, geologia, geografia, astronomia, cosmologia, história, sociologia, religião, filosofia, metafísica, tecnologia e vida social no planeta Ummo, constituindo um corpus documental de contato alegadamente extraterrestre que nunca pôde ser desmentido como tal, apesar de ter sofrido as consequências eficazes do acobertamento, notadamente durante o período da Guerra Fria, conservando até hoje o estatuto de fraude.

Mas como os ummitas souberam da nossa existência e vieram parar aqui? Como nos descobriram perdidos na imensidão do universo? Dizem eles que, em 1934, uma missão do Instituto Geográfico de Bergen, na Terra Nova, fazia experimentos para testar a possibilidade de usar a ionosfera como refletora para comunicação de rádio a longa distância.

Uma das mensagens em código Morse teria escapado da ionosfera, ganhando livremente o espaço, sendo detectada no planeta Ummo.

Uma vez a Terra localizada, os ummitas explicam que uma dobra hiperespacial, propagando-se no longo período de tempo que vai de 1943 a 1978, permitiu a viagem até nosso planeta, oportunidade também aproveitada por outras civilizações da nossa galáxia. É interessante lembrar que esse período da dobra hiperespacial indicado pelos ummitas abrange o início da Era Moderna dos Discos Voadores, passando pelo acidente Ebe em Roswell e indo até o final da Operação Prato, em 1978.

Aí você vai ler as 1.400 cartas que constituem esse corpus documental. E começa a se perguntar quem poderia estar por trás de uma montagem, tão detalhada e em linguagem científica, de todos os aspectos de uma civilização humana inteligente e extraplanetária. O nível de coerência interna dos textos é notável, ainda que a leitura das cartas seja dificultada pela estranheza que causa conhecer uma espécie alienígena, cuja primeira diferença evidente, do ponto de vista antropológico, é o fato de ser biologicamente gregária, onde o indivíduo só se reconhece como tal referenciado ao grupo ou algo assim difícil de entender para a nossa espécie, biologicamente individualista, sempre em dificuldades para promover a vida coletiva.

UMMO E OS UMMITAS

 O planeta Ummo orbita uma estrela anã vermelha que chamam IUMMA. Ummo é um pouco maior do que a Terra, medindo 14.502 Km. Os dias em Ummo duram aproximadamente 31 horas terrestres. Existe apenas um continente no planeta, cheio de lagos.

O oceano ocupa 62% da superfície do planeta. A órbita circular de Ummo em torno de IUMMA leva a uma indiferenciação das estações do ano. Ummo tem uma atmosfera mais densa do que a Terra que filtra os raios cósmicos responsáveis pelas mudanças genéticas. Os ummitas desenvolveram assim uma única etnia e o planeta possui menos diversidade de vida do que a Terra.  O único continente de Ummo é assolado por ventos constantes, e a temperatura do planeta é semelhante à dos países nórdicos.

Na Carta D41-3, podemos ter a medida da estranheza que sentiria um humano terrestre em visita a esse mundo alienígena: “Nossas noites são intensamente escuras. Não podemos apreciar, como os terrestres, aquele espetáculo maravilhoso (que vocês esquecem submergidos naqueles monstros de asfalto, concreto e aço das grandes metrópoles) do satélite lunar. As estrelas que contemplamos também parecem muito nítidas quando a abóboda celeste está limpa de concentrações nebulosas. Em vez disso, são muito mais frequentes do que no planeta Terra, mesmo em latitudes equatoriais, o que chamamos de UULIBOOA (equivalente às luzes nórdicas). Então o céu assume uma aparência impressionante. Longas fitas verdes e roxas parecem suspensas horizontalmente em várias alturas (quando a latitude é maior, as fitas mostram maior verticalidade). No horizonte, o cromatismo verde ou magenta fica amarelo pálido ou levemente laranja”.

Ummo formou-se há 9 bilhões de anos, contra 4,5 bilhões de anos da Terra. Os ummitas passaram do estado animal para o estado de ummanos produtores de civilização quando suas células entraram em ressonância com um superorganismo, BUAABEEI, na extravagante língua ummita, “alma coletiva” ou estrutura psíquica planetária, à qual cada “alma individual” estaria conectada graças ao cristal de criptonita presente em cada célula e a uma estrutura situada no hipotálamo humano.

O longo período evolutivo da espécie ummita resultou na duplicação de todas as capacidades cerebrais comuns a todas as espécies humanas no Cosmos, pois nas cartas reafirmam o que já sabemos, que a natureza segue leis e que uma delas é a lei da ortogênese, pela qual a inteligência toma obrigatoriamente forma humana, onde quer que apareça no universo.

A duplicação das capacidades cerebrais se reflete na linguagem, capaz de transmitir, pela repetição de vocábulos, duas ordens de pensamento diferentes, simultaneamente. Assim, há uma incomensurável diferença entre o pensamento lógico ummita e o nosso.  Enquanto nossa lógica só admite que uma proposição exista ou não exista, que seja, portanto verdadeira ou falsa, a lógica ummita trabalha com potencialidades, uma proposição podendo existir e não existir, ser falsa e verdadeira ao mesmo tempo.

A morfologia ummita é tão parecida com a nossa que passam despercebidos por aqui, sendo altos, louros, de pele clara, lembrando os nórdicos terrestres. A psicobiologia ummita é incompatível com a nossa, sendo impossível a produção de híbridos de nossas duas espécies.

A sexualidade ummita (Carta D41-13) é condicionada pela estrutura fisiológica, que é pouco diferente da nossa. Todos os “mecanismos endócrinos que regulam a corrente hormonal” têm idêntica morfologia, com pequenas diferenças no caso da mulher, resultante das diferenças ambientais, como as oscilações térmicas, pressão atmosférica muito irregular, pesos diferentes para a mesma massa, devido a uma aceleração mais alta da gravidade.

 A maior autoridade na família ummita é o homem, que nunca é discutida.  Vamos ler o que nos dizem na Carta js388, 1988: “A YEE (mulher) se submete inteiramente a seu esposo.

Não há em Ummo esse tipo de casal do Planeta Terra, onde a autoridade do homem é apenas nominal. Ao contrário, as tendências masoquistas da mulher de Ummo são mais fortes que nas mulheres da Terra”. Quando meninas e meninos atingem o que chamam de “maturidade mental”, começa um intenso trabalho sócio-psíquico-educativo, que consiste na formação sexual dos jovens ummitas.

A maioria dos ummitas perde a capacidade de expressão oral na puberdade, causada por uma atrofia dos órgãos fonatórios, e passam a desenvolver a telepatia durante um longo aprendizado. Essa capacidade telepática só funciona, porém, entre ummanos que tenham afinidades e empatia entre si. A telepatia ummita não funciona com desconhecidos.

São tantos os detalhes sobre o planeta Ummo e a vida ummita que vamos nos contentar com a evocação de apenas alguns aspectos que nos pareceram diferentes dessa interessante civilização.

Muito ao contrário dos terráqueos, os ummitas declaram que sua evolução artística é praticamente nula, notadamente no que diz respeito à música. Declaram que a música na Terra seja talvez a mais expressiva e altamente desenvolvida que encontraram dentre as civilizações cósmicas que conhecem.

O conhecimento da psicobiologia regula todos os hábitos e costumes no planeta. Assim, lemos que a principal refeição do dia é matinal e começa por alguns minutos de silêncio. Todos os membros da família fecham os olhos e procuram trazer à mente lembranças agradáveis, criando um ambiente de paz e de saudável alegria, indispensável para o organismo humano. Trata-se de um imperativo psicossomático, porque consideram que as alterações emocionais negativas, como os estados de ansiedade, de terror ou de medo, as tristezas e preocupações inibem a segregação normal dos sucos digestivos, provocando sérias perturbações.

Esse é um exemplo do pragmatismo dos ummitas, que, por conhecerem sua própria psicobiologia, tornaram-se capazes de se guiar por ela para evoluir enquanto espécie.

A sensibilidade olfativa dos ummitas é extremamente desenvolvida. Misturar essências aromáticas é uma atividade muito antiga no planeta, as mulheres sendo superiores aos homens no exercício dessa atividade, elevada ao nível de arte, tal a sutileza das misturas. Uma mulher boa misturadora de essências nunca produzirá o mesmo perfume. De maneira pouco politicamente correta para os padrões terráqueos, dizem que uma mulher inteligente nunca é boa misturadora e vice-versa! A arte de misturar essências tem seus festivais públicos, onde se fazem misturas espetaculares de essências, nas quais as nuances aromáticas se sucedem com um estilo embriagador e normas estéticas rigorosas (Carta d41, 1966).

OS UMMITAS E A CIÊNCIA

A ciência apresentada nas cartas é a maneira mais confiável de avaliarmos a realidade extraterrestre da comunicação: existe uma racionalidade científica nas informações que as cartas transmitem ou a linguagem empregada é fantasiosa, apenas aparentemente científica, creditando a tese de fraude?

Dois fatores têm incidência direta no modo de transmissão da ciência ummita e interferem também na comprovação científica de suas teorias: o cuidado em inserir incompreensões e desinformações para impedir o desenvolvimento prematuro e a consequente má utilização de certos conhecimentos transmitidos. Segundo as cartas, todas essas informações devem ser assimiladas ao longo do tempo e os ummitas não perdem a oportunidade de apontar a impaciência do humano terráqueo, que acredita poder adquirir conceitos complexos de uma civilização muito mais avançada num curto espaço de tempo.

Os conhecimentos utilizáveis transmitidos pelos ummitas parecem estar apenas uns cem anos mais avançados do que os nossos conhecimentos científicos atuais. O que nos leva a pensar que nos transmitiram uma espécie de bê-á-bá dos conceitos básicos de sua avançada ciência e civilização. Afirmam que as diferenças de linguagem são o maior obstáculo para transmissão de conceitos e demonstrações técnico-científicas.

Para ter uma ideia da credibilidade científica da ciência ummita, vamos reproduzir aqui a avaliação recente feita por Christel Serval, sob o pseudônimo de Stone Gardenteapot (Stone Gardenteapot, Ummo, l’avertissement. Atlantes Editions, Paris, 2016). Segundo ele os ummitas revelam em 1966:

Que superestimamos a idade do universo, informação avançada em trinta anos sobre o nosso conhecimento da época;

Que grande parte da matéria e da energia do universo é desconhecida e induz a efeitos gravitacionais colossais. Essa afirmação seria assimilada e validada pela ciência terrestre no final dos anos 80, mais ou menos uns quinze anos depois da carta ummita;

Que, contrariamente ao que nossa ciência deduzia de nossas observações em 1966, os primeiros instantes do universo foram de expansão gigantesca. Foram necessários 13 anos para que os problemas da teoria do Big Bang fossem evidenciados e 48 anos para a emergência de novos instrumentos que permitiram a verificação dessa afirmação;

Que a expansão do universo, ao contrário do que a ciência terráquea postulava em 1966, não é constante. Esse dado foi verificado 33 anos depois;

Que não apenas a expansão do universo não é constante, mas que evolui segundo uma função periódica não sinusoidal. Esse anúncio, totalmente absurdo em 1966, foi retomado por uma publicação de 2015, ou seja, quase meio século depois da comunicação ummita, com o estudo detalhado do imenso banco de dados recolhidos pelo satélite Planck.

Outra informação ummita está prestes a ser validada pela nossa ciência. Em 1966, os ummitas falam de biologia molecular, afirmando a presença de cadeias de Krypton em todas as células dos seres vivos, que desempenham papel fundamental na evolução das espécies e na interação do ser humano com o universo.

Sistema Trappist-1, Hubble site.

Sistema Trappist-1, Hubble site.

JEAN-PIERRE PETIT E A CIÊNCIA UMMITA

O físico mundialmente reconhecido Jean-Pierre Petit é um dos destinatários franceses das cartas que não soube resistir ao seu apelo, declarando que “os documentos Ummo não têm equivalente nessa constelação de mensagens e de documentos ligados ao fenômeno óvni porque eles têm a cor da ciência e empregam a sua linguagem. Prestam-se então a uma análise científica”. Essa possibilidade torna-se também a oportunidade de comprovar a autenticidade dos documentos.

Jean-Pierre Petit tomou conhecimento das Cartas em 1975, através de um amigo astrônomo. A linguagem científica e técnica dos textos ummitas intrigaram o cientista, que reuniu quase mil páginas que tratam “praticamente de todos os assuntos, da informática à estrutura do cosmos, passando pela mecânica dos fluidos”. Meses depois, já punha mãos à obra para testar a ciência que se apresentava mediante experiências e cálculos.

No final de 1975, publicou os primeiros resultados no relatório da Academia de Ciências de Paris, no qual descreveu um engenho que chamou de “aerodyne MHD”, que se movia criando um vácuo através de forças magnéticas.

Esse engenho, extraído da ciência ummita, nunca foi contestado pelos cientistas da academia de ciências da França. Em 1977, escreveu mais dois artigos em que propôs a hipótese dos universos gêmeos com direções contrárias de tempo, teoria que vem sendo validada pela ciência contemporânea.

Antes de saber se as cartas são de origem extraterrestre, Jean-Pierre Petit considera as cartas ummitas uma “formidável máquina de pensar”. Muitos cientistas estudaram as cartas, mas o físico francês Jean-Pierre Petit foi o único a arriscar sua carreira científica, apresentando à apreciação de seus pares, na prestigiosa revista da Academia de Ciências da França, o que vinha descobrindo através de experiências sugeridas pela ciência ummita.

Em 1991, resolveu revelar a fonte inspiradora de suas descobertas com a publicação de um livro que teve grande impacto midiático e lhe rendeu uma convocação para prestar explicações à mais alta instância de pesquisa científica de seu país, o Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS). De maneira surpreendente, por envolver a ciência oficial numa casuística ufológica, seu trabalho mereceu a aprovação do CNRS, que o engajou, porém, a falar sempre em seu próprio nome e não em nome da instituição.

REALIDADE, FICÇÃO E ACOBERTAMENTO 

Entre realidade, ficção e acobertamento, tanto os documentos de Serpo quanto os de Ummo apresentam incongruências quanto à localização de seus sistemas estelares de origem. Seria uma coincidência essa imprecisão, que levanta suspeita sobre erros de cálculo e inconsistência científica, para descreditar a origem extraterrestre dos conhecimentos transmitidos?

A localização do planeta Serpo nos informes é um dos problemas em que se articulam verdade científica e acobertamento, creditando e descreditando ao mesmo tempo a realidade do contato.

Vamos aos efeitos sociais, examinando a discussão em www.serpo.org sobre a origem dos Ebes no sistema binário Zeta Reticuli, identificado pela observação astronômica como um sistema binário distante, onde as duas estrelas estão separadas por 350 bilhões de milhas. Da perspectiva de um planeta orbitando Zeta Reticuli 1, Zeta Reticuli 2 apareceria como um ponto brilhante no céu. Porém, tanto as informações astronômicas avançadas por Anônimo quanto o próprio informe extraído da missão indicam um sistema binário próximo. Diz o informe que “o brilho dos sóis do planeta EBEN também causou problemas. Apesar de terem óculos escuros, ainda assim sofreram com o brilho da luz solar e o perigo da exposição ao sol. Os níveis de radiação do planeta eram um pouco maiores do que na Terra. Cobriram cuidadosamente seus corpos o tempo inteiro”. O comentarista conclui sua análise sugerindo uma exibição confusa de uma realidade extraterrestre para fins de acobertamento: “Se Serpo existe e seu sistema estelar for de fato um binário próximo, ou as observações astronômicas atuais estão erradas, ou o sistema estelar não é de todo Zeta Reticuli.

Se a última proposição for verdade, existe todo tipo de razão plausível para essa ofuscação. Foi sugerido que os conhecidos Grays – que curiosamente o Anonymous afirma como sendo de Alpha Centauri e que, sendo responsáveis pelas abduções, podem até certo ponto ser hostis – são na verdade de Zeta Reticuli, os Ebes são, na verdade, de Alpha Centauri (que é um binário próximo) e que os dois devem ter sido deliberadamente confundidos pelos círculos de inteligência do governo dos EUA nesse informe para fazer os Grays parecerem inofensivos e amigáveis”.

As cartas ummitas também trazem informações inconsistentes quanto à identificação da estrela IUMMA com a estrela Wolf 424, que seria um sistema binário, mas as cartas não mencionam nenhuma companheira para a estrela IUMMA. A polêmica sobre a identificação do sol ummita revelaria também um desconhecimento de astronomia que descreditaria a origem extraterrestre do contato. Ora, os ummitas deixam claro que muitos desses erros, além de serem devidos à enorme diferença mental que nos separa, foram voluntariamente introduzidos nas cartas, como uma estratégia para impedir a má utilização dos conhecimentos científicos e tecnológicos transmitidos.

Nenhum dos dois contatos de longa duração está disposto a dar seu endereço de maneira inequívoca. Por que seria? Prova de sabedoria, evitando que a rapidez do avanço tecnológico e científico humano, sua curiosidade e ganância não orientassem todo nosso esforço espacial para esses planetas? Por enquanto, vamos estudando.

Conceito artístico de planetas semelhantes à Terra, Hubble site.

*O artigo foi publicado na primeira edição da Revista COSMOVNI:

“Lallá Barretto, comparece com “O contato de longa duração, ou Eles já estão entre nós” (pags 41-65), por meio do qual reflete sobre a possibilidade de que a humanidade já mantenha contato há várias décadas com ao menos duas civilizações alienígenas, originárias dos planetas Serpo e Ummo. No primeiro caso, humanos teriam sido enviados para o planeta alienígena. No segundo, os alienígenas teriam enviado informações que mais tarde seriam confirmadas pela nossa ciência, sugerindo assim a veracidade do contato.” Prof. Dr. FLORI ANTONIO TASCA – Editor

SOBRE A REVISTA

A primeira edição da Revista COSMOVNI conta com os seguintes artigos:

O que é Cosmologia? Flori Antonio Tasca.

Como identificar um OVNI. Inajar Antonio Kurowski.

O contato de longa duração, ou eles já estão entre nós. Lallá Barretto.

Exopsicologia e Exociências. Monica S. Borine.

Comunicação com alienígenas – limites e possibilidades. Flori Antonio Tasca.

O Conselho do PATOVNI (Grupo ufológico Pato Branco),é integrado por 12 pessoas com formação, ética, experiência e produção em ciências e/ou ufologia.

  • Confira a primeira edição da Revista COSMOVNI:

Leia também:

https://lallabarretto.com/2020/12/29/a-ilha-joao-donato-e-as-cartas-ummitas/